Mais currais eleitorais
A edição do jornal extra de 09 a 14 de novembro de 2012 traz uma matéria bem interessante sobre os deputados mais poderosos de Alagoas. A matéria intitulada “Deputados que mandam (e desmandam) em cidades de Alagoas” traça um mapa dos currais eleitorais do Estado.
Esses deputados podem exercer forte influência na próxima eleição. O recordista é Joãozinho Pereira (PSDB) que ajudou a eleger 12 prefeitos. A notícia agrada ao Senhor Governador Teotônio Vilela, inclusive quatro deputados tucanos conseguiram eleger 33 prefeitos.
Na próxima eleição veremos os senhores Fernando Collor (PTB) e Teotônio Vilela brigando como cão e gato e mostrando por que o povo de Alagoas tem fama de arrogante, brabo e que resolve questões políticas na bala. Independentemente de quem ganhar a única vaga para o senado tudo leva a crer que Alagoas continuará sendo o patinho feio da união.
A mudança é possível
Vivemos em mundo em constante transformação, então precisamos sempre provocar mudanças, tanto em nós mesmos quanto à nossa volta, isso é importante para que continuemos sempre evoluindo. Fazemos parte da história como pessoas capazes de interferir na realidade, apesar de não ser tarefa fácil, porém muito importante e melhor para o coletivo do que ficarmos deixando a correnteza nos levar, apesar disso também ser uma posição que pode ser tomada. “ninguém pode estar no mundo e com o mundo de forma neutra, Paulo Freire em Pedagogia da autonomia, pag. 77”.
Uma das formas mais associadas às lutas por mudanças é a rebeldia. “A rebeldia é ponto de partida indispensável... Idem, pag. 79”. Porém não se trata de impor aos oprimidos que se mobilizem para causar transformações no mundo, mas sim de fazer com que percebam as injustiças que sofreram, e que isso não é algo normal e pode ser mudado de maneira mais simples. Vivemos em país em que grande parte da população é formada por analfabetos funcionais, então a melhor forma de sermos rebeldes no Brasil é sendo pessoas inteligentes.
Não podemos impor em quem as pessoas devem votar, tampouco apenas esperar que o governo passe a investir realmente em educação, devemos mostrar correntes políticas, filosóficas ou teológicas às outras pessoas, não impor, e alertá-las sobre problemas que podem vir a ter caso cometam certos erros.
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